Bella N’ Jokers – O Pacto (com Megh Stock e David D’Epiro)

Eu não entendo o porque de a Megh Stock não ser reverenciada como uma diva da música brasileira. Sério, ela canta demais e com uma voz ótima. Esse vídeo não está aqui só por causa dela. Acho que ele é um bom exemplo de edição e deixa claro que não se precisa cortar a câmera a cada 2 segundos. No mais, é uma música bem legal com uma execução bacana e o registro é de grande qualidade.

Legião Urbana no Jockey Club – 1990

Música é sentimento. O sentir influi nas escolhas musicais e constrói o gosto. O(a) Legião Urbana é a principal influência que mantenho da minha pré-adolescência. E o som é bom, pra caramba!!!

Tihuana – Que Vez

Essa é a canção que foi mais marcante para mim no primeiro CD do Tihuana. Sempre imaginei que ela envolvia uma levada mais latina, mais misturada. Mas o que importa é que é uma bela canção, e esse registro achei ótimo.

Cazuza, Codinome Beija-Flor – Covered by Tsubasa Imamura

Tsubasa Imamura

Todo o charme de Tsubasa Imamura pronunciando “liquidificador” melhor que o nativo aqui.

 

 

E o trecho em japonês é só um bônus exótico, ou nem tão exótico assim 😉

Anitta = Versatilidade

anitta

Será uma demonstração de versatilidade ou da diferença entre o ser e a essência?

Admiro a versatilidade de um artista, na verdade admiro a versatilidade. Olha só a Anitta. Com a mesma letra ela consegue fazer vários arranjos diferentes. É como se artistas diferentes interpretassem a mesma música.

Aí embaixo seguem três versões diferentes do mesmo sucesso: “Show das poderosas”

Versão dubstep (do clipe oficial)

 

Versão pancadão (com a melhor coreografia)

 

Versão pancadinha (para televisão)

Isso é versatilidade!

Mulher Diabo – Matanza

Eu gosto de música, gosto de mulher, gosto de Matanza.

Matanza – Mulher Diabo from Amplificador on Vimeo.

Música de Brushy One String

Um violão com apenas UMA corda faz as vezes de baixo e instrumento de percussão. A sonoridade da letra também é um achado. Vale a pena ouvir a Chicken in The Corn de Brushy One String.

vi no uhull

Ampliação do debate e uso da força

I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it”

 Evelyn Beatrice Hall

Essa citação que é, de forma incorreta, atribuída a Voltaire diz, em tradução livre: “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de o dizer”.

Sou pelas liberdades do indivíduo, e acho importante deixar claro isso. Não sou crente de nenhuma religião, inclusive discordo do conceito (as regras e dogmas massificam e impedem a tal liberdade de cada um). Mas ser religioso e não me incomodar tá de boa.

O problema é quando alguém tenta impor sua vontade. Isso é primitivo. As sociedades democráticas precisam viver com a diferença. Perceba que não acho que a democracia deva ser uma ditadura da maioria, não é isso. Mesmo a maioria, a meu ver, não tem o direito de impor sua vontade em questões de cunho pessoal, aquelas que só dizem respeito ao indivíduo.

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Fechando o caixão do ensino médio

Triste ler a declaração atribuída ao MEC, que desmoraliza de forma definitiva o ensino no país, sobre a correção das redações do ENEM.

(…)ser o participante do Enem, por definição, um egresso do ensino médio, ainda em processo de letramento na transição para o nível superior.

Se o sujeito que sai do ensino médio, na visão do MEC, ainda não deve saber escrever, estamos perdidos.

No site do Estadão e no site dO Globo você pode ler sobre os candidatos que avacalharam a redação do ENEM. Teve gente escrevendo receita de macarrão instantâneo, e teve gente transcrevendo hino de time de futebol.

Liberdades individuais e o Papa Francisco

Papa Francisco

As primeiras informações que recebi, acho que todos receberam, sobre o novo Papa resumiam-no a um “conservador”. A leitura do texto do Elio Gaspari no site do O Globo serviu para mostrar que o mundo não é tão preto no branco assim para o Papa Francisco.

Vou reproduzir, como fez o Elio Gaspari no fechamento do seu texto, um excerto do livro ‘Sobre el cielo y la tierra’ de autoria do Pontífice:

O religioso às vezes chama atenção sobre certos pontos da vida privada ou pública porque é o condutor da paróquia. Ele não tem direito de se meter na vida privada dos outros. Se Deus, na Criação, correu o risco de nos tornar livres, quem sou eu para me meter?

Sem mais.